A cabeça viaja, vaga. Devaneio inoportuno, sem rumo. Apago as luzes e tudo fica mais claro. Me sento, lento. Ali, parado, vou a mil lugares. A força que faço é desproporcional à leveza da alma. Calma. Toda a dor um dia vai embora. E foi, agora. De dentro pra fora. Me livro de tudo. O sujo? Limpo. Levanto e canto. Acendo as luzes. Aquilo que carregava está submerso n'água aguardando a descarga.
A
T
É
A
P
R
Ó
X
I
M
A
!
T
É
A
P
R
Ó
X
I
M
A
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Hahaha...